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Corrida no e-commerce: grandes redes se rendem ao comércio online
Data 06/06/2011 09:46  Autor wilson  Vezes 202  Idioma Global
Caminho natural da grande maioria das empresas, o e-commerce vem atraindo investimentos em ritmo acelerado, embora relativamente tardios, de grandes redes do varejo tradicional.




Caminho natural da grande maioria das empresas, o e-commerce vem atraindo investimentos em ritmo acelerado, embora relativamente tardios, de grandes redes do varejo tradicional. Algumas delas só começaram suas operações online no Brasil há no máximo três anos, rendendo-se definitivamente à força do canal.

 

Embora o comércio virtual seja bem diferente do comércio offline, a presença de grandes players no e-commerce é importante para a competitividade do mercado e, consequentemente, para o consumidor. O diretor de marketing da consultora e-bit, Alexandre Umberti, conversou com o Blog Soluciona e explicou esse processo.

“A migração para o e-commerce é natural, uma vez que as empresas devem estar onde o consumidor está. Algumas estavam esperando que o comércio eletrônico consolidasse uma escala maior de faturamento para atuar nele. Até porque o investimento não é pequeno. Embora não se lide com espaço físico, existem outros tipos de custo que devem ser analisados. Mas com 23 milhões de pessoas comprando pela Internet e R$15 bilhões de faturamento no ano passado, está claro que o e-commerce é um canal sólido, e crescerá ainda mais. A chegada de grandes empresas do mercado offline mostra a importância do e-commerce brasileiro, e essa competição acirrada é muito boa para o consumidor e para o mercado”.

Ao analisar o comportamento das empresas no fértil cenário do e-commerce, o diretor do e-bit considera que elas estão indo bem, mas dá dicas que podem ser exploradas. Anote aí:

“De uma maneira geral, as empresas estão procurando estabelecer ações visando o consumidor. Mas as lojas podem explorar outros serviços, como o de instalação. Quem compra uma TV sofisticada ou um home theater, às vezes não sabe ou não quer instalar o aparelho. As lojas poderiam oferecer esse serviço junto ao produto. Agregaria valor e o cliente sairia satisfeito”.

E-commerce seguirá em franco crescimento

Com o crescente número de e-consumidores, a tendência é que cada vez mais empresas entrem firme no e-commerce, mantendo o mercado em alta.

“As perspectivas são as melhores possíveis. A cada ano, o faturamento aumenta. Porém, quanto maior a margem de faturamento, mais difícil de manter o nível da taxa de crescimento, porque o cálculo muda. Mesmo assim, nos próximos anos continuaremos com taxa de crescimento acima de dois dígitos. Para 2012, a expectativa é que o e-commerce cresça em torno de 20%”, conta Umberti.

fonte: Equipe Soluciona

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